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25 de abril contado e cantado com crianças
25 de abril contado e cantado com crianças

50 anos do 25 de Abril (1974-2024)

O poema  foi escrito a partir de uma sugestão da professora titular de dois alunos de Oficina de Música Adaptada, por forma a ajudá-los a compreender melhor a importância do 25 de Abril. Na comemoração dos 50 anos de Abril o poema por trabalhado e musicado no 1º e 2º Ciclos.

Antes do Abril glorioso
não é livre a opinião.
Quem discorda do governo,
seu destino é a prisão.

Antes do Abril heróico,
o governo é ditadura.
Livros, discos e canções
são sujeitos à censura.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado, como:

Abril, tempo memorável,
fonte de paz e alegria.
Não vou esquecer-te nunca,
cravo da democracia.

Antes do Abril triunfante
não é livre a mulher
de votar ou de sair
do país, se assim quiser.

Antes do Abril memorável,
ser livre é tarefa dura.
Quem é contra o regime
é sujeito a tortura.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Antes do Abril inspirado
vão rapazes para a guerra.
Ficam as mães a rezar
p’ra que voltem sãos à terra.

Antes do Abril histórico
muitos saem do País
procurando condições
para uma vida feliz.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Antes do Abril desejado
o povo até mete dó.
Portugal tem um império
mas, de facto, está só.

Antes do Abril luminoso
há o Zeca, há o Adriano,
e outros músicos que lutam
por um mundo mais humano.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Antes do Abril radiante
há atraso e pobreza.
Falta roupa e conforto,
falta a comida à mesa.

Antes do Abril cantado
tem a PIDE o poder
de matar, de censurar,
de interrogar e prender.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Antes do Abril dos cravos
há a guerra colonial
que nas antigas colónias
deixa um rasto mortal.

Antes do Abril sonhado
é sonho a democracia.
E a revolução da paz
enche as ruas de alegria.

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Porque há sonhos por cumprir,
injustiça e corrupção,
luta o mais puro Abril
com as armas da canção.

No país e em todo o mundo,
ai que falta que Abril faz!
Que as armas se convertam
e os povos vivam em paz!

Interlúdio ou refrão recitado ou cantado

Tenho Abril na minha voz,
tenho Abril no coração.
E as palavras que eu canto,
canto-as com emoção.

A minha palavra é paz!
A minha palavra é pão!
A minha é a justiça!
A minha é habitação!

A minha é segurança!
A minha é liberdade!
Minha palavra é cultura!
A minha é fraternidade!

A minha palavra é música.
A minha é inovação!
A minha é democracia!
A minha é intervenção.

Nas quadras que começam por “A minha palavra”, cada verso é recitado com entusiasmo por uma criança.

António José Ferreira

Sandim, 18 de fevereiro de 2024

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Abraço de crianças

Comboio da gentileza

António José Ferreira

Vem comigo no comboio
que se chama Alegria.
Quando chegas à escola,
de manhã, dizes “Bom dia!”

Vem comigo no comboio
Que se chama Educação.
Diz palavras delicadas
E evita o calão.

Vem comigo no comboio
onde vai o Professor.
Quando queres uma coisa
deves pedir “Por favor!”

Vem comigo no comboio
do menino educado.
Fará toda a diferença
tu dizeres “Obrigado!”

Vem comigo no comboio
Para o Desenvolvimento.
É melhor seres delicado
Do que seres violento.

Vem comigo no comboio
Da Sustentabilidade.
Equilíbrio no consumo
Dá-te mais felicidade.

[ Indicado para o Dia Mundial da Gentileza. Depois de as crianças declamarem ou cantarem o poema sobre uma melodia tradicional, uma criança faz de locomotiva e move-se pela sala. Toca num colega, que por sua vez tocará outro, até todas as crianças entrarem no comboio. ]

Palavras de cortesia e boas maneiras

Mágicas palavras
que dão alegria,
quando amanhece
digo “Olá! Bom dia!”

Mágicas palavras,
boas de dizer:
digo “por favor”,
se algo quero ter.

Mágicas palavras,
boas de dizer:
digo “com licença”,
se um arroto der.

Mágicas palavras,
boas de dizer:
“olá!”, “boa tarde”
a quem estiver.

Mágicas palavras,
boas de dizer:
“muito obrigado”
para agradecer.

Mágicas palavras
boas de dizer:
“perdão”, ou “desculpe”,
se asneira fizer.

Mágicas palavras,
que deves lembrar:
digo “Boa noite!”
antes de deitar.

São palavras doces
que uso dia a dia.
Fico mais contente
como por magia.

António José Ferreira

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Abraço de crianças

Abraço de crianças

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Crianças do 1º Ciclo em brincadeira de comboio
Ossos do esqueleto humano

Brincadeira cantada para aprender brincando com alguns ossos do esqueleto

É um esqueleto

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de mexer e de dançar.
Vai um dia ao Baile,
baila, baila com o par.
Deixa lá o fémur:
– Como é que vai andar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de sonhar e de pensar.
Vai um dia à China
de avião com o seu par.
Deixa lá o crânio:
– Como é que vai pensar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de correr e de saltar.
Vai à maratona
com desejo de ganhar.
Deixa lá a rótula:
– Como vai continuar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de comer um bom jantar.
Vai a um restaurante
muito fino à beira-mar.
Deixa lá a mandíbula:
– Como é que vai mastigar?

António José Ferreira

 

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Crianças do 1º Ciclo em brincadeira de comboio

Crianças do 1º Ciclo em brincadeira de comboio

Quando o relógio bate à uma

Esta brincadeira cantada pode ser realizada tanto em casa como na escola, no 1º Ciclo (1º-3º anos) e na educação pré-escolar.

Duas ou três crianças estão em casa na sala, deitados no chão com os olhos fechados, em condições de higiene adequadas. O professor (ou criança competente) é uma espécie de mandador. Aos verbos que diz, às crianças respondem com ações, umas em movimento, outras paradas. O refrão Tumba lacatumba tumba ta acompanhado com percussão permite prolongar as ações. Para tornar a atividade mais interessante é em geral conveniente apagar as luzes. No início e no fim, dizem (ou cantam) a onomatopeia tiquetaque.

Tiquetaque tiquetaque
tiquetaque tiquetaque.

1. Quando o relógio bate à uma,
os esqueletos saem da tumba.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

2. Quando o relógio bate às duas,
os esqueletos andam nas ruas. [ ou assustam ]

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

3. Quando o relógio bate às três,
os esqueletos jogam xadrez. [ou comem no chinês ]

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às quatro,
os esqueletos fazem teatro.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às cinco,
os esqueletos compram um brinco.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às seis,
os esqueletos imitam os reis. [ ou comem pastéis ]

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às sete,
os esqueletos tocam trompete. [ ou põe a babete; ou comem esparguete ]

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às oito,
os esqueletos fazem biscoito.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às nove,
os esqueletos vêem se chove.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às dez,
os esqueletos lavam os pés.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às onze,
os esqueletos correm para o bronze.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate às doze,
os esqueletos comem a dose.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

Quando o relógio bate à uma
os esqueletos voltam à tumba.

Tumba latumba latumbabá.
Tumba latumba latumbabá.

[ Adaptação de António José Ferreira ]

Variante

Tumba lacatumba tumba ta. (2v)

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Relógio antigo

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Brincadeira cantada da tartaruga, Sandim 2022

Quando venho para a escola

Poema cantável sobre a escola e a sua importância na vida das crianças

Quando estou na minha escola,
gosto muito de aprender,
de ouvir os professores
e o que têm para dizer.

Gosto de estar c’os amigos
que me ajudam a crescer.
Eu respeito. Eles respeitam
– é assim que deve ser.

Falo com os meus amigos
e escrevo em Portugês.
Sei dizer tão bem “Hello!”
que até pareço mesmo inglês.

Gosto de estudar História:
já sei quem foi o Marquês.
E domino bem a bola
co’a cabeça e com os pés.

Eu já sei fazer as contas
de somar e subtrair;
sei como é boa e bonita
a palavra dividir.

Ao fazer o meu desenho
já me estou a divertir.
A aprender Estudo do Meio
quanto posso descobrir.

Gosto de contar estórias
com princesas de encantar.
Leio fábulas e contos
e até sei representar.

Quando me for desta escola
que saudades eu vou ter.
Vou levá-la no meu peito
e continuar a crescer.

António José Ferreira

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Brincadeira cantada da tartaruga, Sandim 2022

Brincadeira cantada da tartaruga, Sandim 2022

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Rafaela Albuquerque, cantora de ópera, foto João Gomes

A voz e cuidados a ter com ela

Uma formação com Luís Pacheco em 2020 desafiou-me a criar dinâmicas poético-musicais que levem as crianças a usar melhor a voz e a brincarem com rimas e lengalengas originais promotoras de boas práticas e de criatividade musical individualmente e em grupo.

Algumas das conclusões que os profissionais da voz devem ter em conta:
• A voz não é apenas um instrumento, é relação com o outro.
• A postura correta preserva a saúde, previne doenças e problemas e facilita a comunicação em diversos contextos profissionais.
• As componentes fisiológica e psicológica são indissociáveis na utilização e preservação da voz. A qualidade da respiração é essencial ao nosso bem-estar e à atuação em público, cantando a solo ou em grupo.
• Seja na sala de aula, perante um grupo de formandos ou uma Plateia, é fundamental ter em conta o ouvinte e não cultivar uma atitude narcisista sobre a qualidade da própria voz.
• A voz não é o único suporte do pensamento, mas foi ao longo da História um veículo de transmissão de histórias e de História, provérbios e seus saberes, canções passadas oralmente.
• O conhecimento de si mesmo, com capacidades e limites, da voz e timbre, é importante para que a mensagem passe para os ouvintes, e para que os ouvintes mantenham a atenção.

A voz

António José Ferreira

Produzida na laringe
e pelas pregas vocais,
tua voz é preciosa,
se és cantor, ainda mais!

Se tu falas, se tu cantas,
põem-se as pregas a vibrar
com ar vindo dos pulmões
quando estás a expirar.

O som vai ser ampliado
pelas partes ressonantes
e assim se articulam
as vogais e as consoantes.

Não há voz igual à tua,
Tua voz é diferente.
Eu consigo distingui-la
No meio de muita gente.

É importante beber água,
Ter um sono regular,
Fazem mal refrigerantes
e também é mau gritar.

Tua voz é a tua voz,
é uma voz especial.
Cuida dela, trata-a bem,
não há outra voz igual.

Se a voz se alterou
sem teres explicação,
deves ir ao otorrino
e acabar co’a rouquidão.

Quando tu perdeste a voz,
há que ir ao Senhor Doutor!
Se estás rouco há 15 dias,
marca consulta, por favor!

Se te cansas quando falas,
há que ir ao Senhor Doutor!
Se tens dores de garganta,
marca consulta, por favor!

Pigarreias muitas vezes?
há que ir ao Senhor Doutor!
Custa-te a engolir?
Marca consulta, por favor!

Acompanhamento rítmico [ tá tá tá tá ]:

À mesa, mão esquerda na mesa; punho direito na mesa (com o polegar para cima); mão esquerda na mesa; mão deireira nas costas da esquerda.

Alimentação

António José Ferreira

Atenção ao que ingeres,
vê o que provoca azia.
Vais poder cantar melhor
e viver com alegria!

Bebidas

António José Ferreira

Tem cuidado co’as bebidas,
não as tomes muito quentes.
Fazem mal à tua voz,
prejudicam os teus dentes!

Bebe água e bom sumo
e prefere o natural,
que as bebidas muito frias
diz quem sabe: fazem mal!

Cuidado com a voz

António José Ferreira

O tabaco e o álcool
podem ser um grande vício!
Bebe água natural,
dorme bem, faz exercício.

Digo assim um trava-línguas

António José Ferreira

Digo assim um trava-línguas
com o lápis entre os dentes
e as palavras que eu digo
te parecem diferentes.

A criança coloca entre os dentes um lápis desinfetado e diz o trava-línguas, em andamento progressivamente mais rápido.

Língua

António José Ferreira

Põe a língua para trás:
mostra lá do que és capaz!
Põe a língua para a frente
a imitar uma serpente!

Dinâmica musical de desafio em que uma criança nomeia outra para dizer a quadra e fazer as ações.

Ponha a mão no seu umbigo

António José Ferreira

Ponha a mão seu no umbigo
e inspire calmamente.
Ponha o ar cá para fora,
depois diga-me o que sente.

As crianças declamam e cumprem as indicações da quadra.

Postura correta

António José Ferreira

Dá atenção à postura,
fala de forma pausada
e verão pelos teus modos
que és pessoa educada!

Se levantas muito o queixo
com as cordas em tensão,
fazes muito mais esforço:
não é vantajoso, não!

Acompanhamento rítmico [ tá tá tá tá ]:
À mesa, mão esquerda na mesa; mão direita na mesa; mão esquerda na mesa; estalinho com médio e polegar da direita.

Roupas

António José Ferreira

Na cintura ou no pescoço,
roupas apertadas, não!,
pois limitam movimentos
próprios da respiração.

Vai ao médico

António José Ferreira

Se a voz se alterou
sem teres explicação,
deves ir ao otorrino
e acabar co’a rouquidão.

Quando tu perdeste a voz,
há que ir ao Senhor Doutor!
Se estás rouco há 15 dias,
marca consulta, por favor!

Se te cansas quando falas,
há que ir ao Senhor Doutor!
Se tens dores de garganta,
marca consulta, por favor!

Pigarreias muitas vezes?
há que ir ao Senhor Doutor!
Custa-te a engolir?
Marca consulta, por favor!

Voz, o instrumento

António José Ferreira

Tenho um novo instrumento
que te quero demonstrar.
Sai o ar p’la minha boca,
põe os lábios a vibrar.

Rafaela Albuquerque, cantora de ópera, foto João Gomes

Rafaela Albuquerque, cantora de ópera, foto João Gomes

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Reque, ou reco-reco, idiofone de raspagem

Na família Percussão

Poema/canção sobre os instrumentos musicais de percussão

Na família Percussão
há instrumentos a tocar.
Uns só tocam agitados,
outros são para raspar.

Raspa, raspa o reco-reco,
Raspa o reque, o raspador.
Bate, bate co’a baqueta,
timba, tumba, no tambor.

Na família Percussão
há instrumentos a tocar.
Há os que batem e entrechocam,
outros são para chocalhar.

Na família Percussão
maracas a abanar
e um triângulo de ferro
que gosta de tilintar.

Na família Percussão
há pratos a entrechocar.
Quando martelar o gongo,
toda a gente vai notar.

Na família Percussão
Estão clavas a tocar
e um lindo pau-de-chuva
o Inverno quer imitar.

António José Ferreira

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Reque, ou reco-reco, idiofone de raspagem

Reque, ou reco-reco, idiofone de raspagem

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Rei D. Pedro IV de Portugal

O rei manda

Rimas de mandar ações (cantadas ou recitadas) com os nomes dos reis de Portugal

Dinastia Afonsina:

Manda D. Afonso Henriques
que nos mostres os teus tiques.

Manda-te o rei D. Sancho
que tu vás dançar no rancho.

Manda-te o rei D. Afonso
que lhe cantes um responso.

Manda D. Sancho II
que escaves muito fundo.

Manda Afonso III
que tu toques o pandeiro.

Manda-te o rei D. Dinis
que assoes o nariz.

Manda D. Afonso IV
que imites o lagarto.

Manda-te o rei D. Pedro
que tu vás plantar um cedro.

Manda-te o rei D. Fernando
que caminhes coxeando.

Dinastia de Avis:

Manda-te o rei D. João
que comeces um refrão.

Manda o rei D. Duarte
que tu grelhes o espadarte.

Manda D. Afonso V
que apertes bem o cinto.

Manda D. João II
que durmas sono profundo.

Manda o rei D. Manuel
que tu comas um pastel.

Manda o rei D. João III
que hoje sejas pasteleiro.

Manda D. Sebastião
que dês banho ao teu cão.

Manda-te o rei D. Henrique
que tu cantes ao despique.

Manda-te o rei D. António
que tu toques o harmónio.

Dinastia Filipina:

Manda o rei D. Filipe
que conduzas o teu jipe.

Manda Filipe II
Que tu fiques furibundo.

Manda Filipe III
Que contes bem o dinheiro.

Dinastia de Bragança:

Manda o rei D. João IV
que arrumes sempre o quarto.

Manda D. Afonso VI
que tu leias bem o texto.

Manda D. Pedro II
Que faças de vagabundo.

Manda D. João V
que vás dar comida ao pinto.

Manda o rei D. José
que me sirvas um café.

Manda a D. Maria
que tu toques bateria.

Manda o rei D. João VI
que tu leias alto o texto.

Manda o rei D. Pedro IV
que vás arrumar o quarto.

Manda D. Miguel
que tu comas o farnel.

Manda Maria II
que batas co’a mão na bunda.

Manda o rei D. Pedro V
Que saias do labirinto.

Manda o rei D. Luís
que dês milho à perdiz.

Manda D. Carlos I
que plantes um pessegueiro.

Manda Manuel II:
Lava-te que estás imundo!

Rei D. Pedro IV de Portugal

Rei D. Pedro IV de Portugal

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Apolo, deus do sol, da juventude e da música

Poema sobre os deuses da mitologia grega

Poema canção sobre os deuses gregos para projeto com crianças do Ensino Básico.

Os deuses da Grécia antiga
eram gente como nós:
casavam-se, tinham filhos,
não gostavam de estar sós.

Plim plim, plim plim plim,
plim plim plim plim plim. (lira)

Zeus, o grande pai dos deuses,
do Olimpo era o Senhor.
Era casado com Hera,
que tinha muito amor.

Saxapum, saxapum,
saxapum, pum pum. (pratos)

Os deuses de antigamente
contavam-se por dezenas.
Do Olimpo adoravam
ver os jogos em Atenas.

Te te te, te te te,
Te te te, te te. (trombeta)

Poseidon, irmão de Zeus,
era o rei dos oceanos.
Se fazia tempestades
assustavam-se os humanos.

Tum tum, tum tum tum,
tum tum tum, tum tum. (tambor)

Artémis, filha de Zeus,
protegia os animais.
Bebia néctar puro
como seus irmãos e pais.

Te te te, te te te,
Te te te, te te. (trombeta)

Deméter, irmã de Zeus,
passou por muita aventura.
Gostava muito de plantas,
protegia a agricultura.

Fi fi fi, fi fi fi,
fi fi fi, fi fi. (flauta)

António José Ferreira

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Apolo, deus do sol, da juventude e da música

Apolo, deus do sol, da juventude e da música

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